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Cuiabá, Janeiro de 2019

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Almanaque Cuiabá

Conhecendo o autor

Monteiro Lobato descreveu Estêvão de Mendonça como um ‘diamante’ descoberto lá no coração do Brasil.

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Estêvão de Mendonça asceu em Santo Antônio da Barra, distrito de Barão de Melgaço-MT, no dia 25 de dezembro de 1869.

Os papéis produzidos por Estevão de Mendonça foram doados pela família, juntamente com os de seu filho Rubens de Mendonça, hoje depositados no Arquivo da Casa Barão de Melgaço, dossiê Família Mendonça, hoje catalogado, digitalizado e à disposição dos pesquisadores.

Foi topógrafo, professor, advogado, historiador e escritor. Autodidata, não se formou em nenhuma academia. A sua academia foi a própria vida e a fome pelo conhecimento. Sua neta, filha única de Rubens de Mendonça, Adélia afirma que o avô era tão apaixonado pelas letras, que ao trabalhar na loja de um tio, sempre perdia as vendas, de tão compenetrado que era em suas leituras.

Adélia descobriu que o avô era poeta, e que fazia versos com rimas em uma caderneta que até hoje tem guardada em sua casa. É ela própria quem diz que a missão dos ‘desbravadores de Mato Grosso’ era realizar um registro da história do Estado. Memória, história, livros, obras, cadernos, e até um tinteiro que usava para escrever. Tudo Adélia guarda. 

Um fato que não sai da memória dos cuiabanos foi a admiração que o escritor Monteiro Lobato teve - em visita a Mato Grosso - pela grafia de Estevâo de Mendonça. Chegou a contratar estudos grafológicos pela perfeição dos contornos das letras e da genialidade do mato-grossense. E o descreveu como um ‘diamante’ descoberto lá no coração do Brasil.

Estêvão de Mendona faleceu em Cuiabá-MT, no mesmo mês em que nasceu, aos 2 de dezembro de 1949.

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