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Cuiabá, Novembro de 2019

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Almanaque Cuiabá

O grande perigo

Temos uma visão política e patriótica no conto “O grande perigo” (1930) em que Severino de Queirós usa a voz narrativa em diálogo com o amigo Fidelis para discutir o que vem a ser o mal do Brasil naquele período de revoluções.

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A narrativa é enfática em afirmar e defender por meio dos diálogos ali presentes que o excesso de liberdade, a reivindicação dos direitos pela juventude e a pregação comunista degeneram não só o presente como o futuro da nação brasileira. O revolucionário Luís Carlos Prestes é citado como mau exemplo à juventude brasileira que, mesmo do exílio escreve seus manifestos incitando os jovens à contestação.

Para o narrador, o atraso do país é evidente já que as nações desenvolvidas como França, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos haviam extirpado o que arrasou a Rússia, o Brasil cedia à voragem da desordem e do crime. No final o narrador exorta o valor religioso do povo recorrendo a Deus para livrar a nação do que ele considera uma peste.

 

Fonte:
Madalena Machado (Recortes extraídos de contos publicados no jornal A cruz, por Severino Queirós)
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