Assine e receba a edição em casa

Vídeo Institucional

Cuiabá, Novembro de 2019

Expediente Login
Almanaque Cuiabá

Conhecendo o artista

Tamanho do Texto A+ A-

Benedito Aleixo Cortez é natural de Poconé, traça elementos que expressam, provocam, intrigam por suas cores escuras, fortes, entranhadas em outros berrantes, alegres.
Desde a década de 80, Aleixo participa do movimento cultural. Aluno de Dalva de Barros e Nilson Pimenta, foi no Atelier Livre da UFMT que Cortez recebeu noções sobre arte. Surrealista, se considera um artista universal.
Freqüenta o Ateliê Livre da UFMT desde 1982 e, em Cuiabá participou de diversas coletivas do Museu de Arte e de Cultura Popular.
Apesar de ter trabalhado tanto com Dalva e Pimenta sua obra não sofre nenhuma influência destes.Pintor de traços firmes sua grande influência, segundo ele, é o espanhol Salvador Dali.

Exposições Coletivas 

*Pintaram os bichos na visualidade (1986);
*Acqua Aquática (1987);
*Negra Sensibilidade (1988);
*Momentos da República na Arte Mato-grossense (1989).

Participou do III Salão Paulista de Arte Contemporânea em São Paulo, (1990), e em 1991 obteve o Grande Prêmio no I Salão Mato-grossense de Artes Plásticas, e diversas vezes sua pintura esteve no Salão Jovem Arte Mato-grossense, Salão de Piracicaba – São Paulo (2002).

No final do ano passado foi premiado no Salão de Pequenos Formatos, e este ano foi no 5º Salão Livre da Associação Cuiabana Belas-Artes.

Aleixo tem uma produção vastíssima, começou a frequentar o Atêlier Livre aos 17 anos, e já pintou uns cem números de telas, porém, não tem nada catalogado. 

Tem uma maneira própria de dar vazão a essas "viagens" artísticas, colocando-as sempre no meio de cenas típicas. Estão lá, interagindo, homens, peixes -principalmente as piranhas -, pássaros, árvores, frutas, utensílios como potes. É possível ver imagens curiosas como "corais de tuiuiús", bosques estilizados, pessoas que colhem frutas de um tipo em pomares de outros totalmente diferentes. Os formatos e tamanhos das telas também são bem variados.

No fio narrativo condensa as composições a um imaginário rico, colorido. Ele usa com intensidade em sua obra o azul e o vermelho. Aleixo, além de pintar fabrica o bastidor. Ele serra e prega o emoldurado de madeira e insere o pano da tela a ser pintado. O seu grande prazer é pintar, tanto que é capaz de em menos de uma hora produzir uma tela.

Ele foi um dos ganhadores do Grande Prêmio no V Salão Livre da Associação Cuiabana Belas Artes (Acubá), juntamente com os artistas plásticos Adão Domiciano e Maria Letícia de Almeida Aguiar. Uma tarefa nada fácil já que entre os concorrentes estavam também Benedito Silva, Mari Bueno, Sparano, J.F. Soldateli, Cida Zanelli e Saint Clair, que receberam menção honrosa. O pintor vinha de outra vitoriosa participação no 2º Concurso de Pintura do 9º Batalhão de Engenharia de Construção (9º BEC), realizado no Sesc Arsenal, no Porto. Cortez ficou com o primeiro lugar (Domiciano também participou, ficando com o terceiro lugar).

Aleixo, além de pintar, fabrica o bastidor. Ele serra e prega o emoldurado de madeira e insere o pano da tela a ser pintado. O seu grande prazer é pintar, tanto que é capaz de em menos de uma hora produzir uma tela.

A Natureza de Aleixo Cortez vem, então, confirmar o talento deste pintor que nasceu no Pantanal, mais precisamente em Poconé, mas sempre viveu em Cuiabá, cidade que o inspira e o apaixona a cada dia.

 
Fonte: Sociedadedospoetasamigos/ Diario de Cuiabá / Gazeta Digital  / N Art's  / Arte Popular / 24HorasNews 
Todos os direitos autorais reservados ao autor.
VOLTAR AO TOPO

    Compartilhe

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Google Plus
  • Compartilhar no Twitter