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Cuiabá, Maio de 2019

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Almanaque Cuiabá

Rosinha, a do sobrado

Rosinha, a do sobrado

No conto “Rosinha, a do sobrado” o narrador relembra um fato de seus quinze anos, o quanto ele era apaixonado por uma vizinha que curiosamente todos os dias enfeitava o sobrado de sua casa.

Para estar sempre por perto dela, ele, apesar de ser um rapaz, se fazia de criança para brincar com os irmãos de Rosinha, chegando inclusive a convidá-la para brincar já que todos eram crianças. Na recusa dela, o narrador insiste para que ela não se faça de moça e se juntasse a eles nas brincadeiras.

Em muito insistir, Rosinha dizia que não podia, ao que ele retrucava para ela dizer que não queria. A família do garoto observando sua perda de tempo em atividade inútil, recomenda a troca desta pelos estudos à noite , ao que ele, apesar de contrariado, aceita, mesmo tendo que decorar as lições, pois assim esqueceria Rosinha. Num dia em que uma vizinha vai visitar sua mãe, comenta sobre o clima e do quanto as crianças devem cuidar para não saírem com o corpo quente do banho e tomar ar frio.

Tal comentário surgiu para exemplificar o caso de Rosinha que ficara paralítica por causa de um procedimento igual, o que causou espanto e pesar pela revelação que enterrara de vez o amor sentido pelo narrador.

 

Fonte:
Madalena Machado (Recortes extraídos de contos publicados no jornal Correio do Estado, por J. Terra/Cesário Prado)

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