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Cuiabá, Maio de 2019

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Almanaque Cuiabá

O peludo

O peludo

“O peludo” (1931) é uma narrativa concentrada num episódio da vida cotidiana de um quartel localizado no município de Cuiabá.

O lugar denominado Fábrica de Pólvora do Coxipó do Ouro, era o lugar onde se daria o piquenique tão ansiado por todos. Ali se reuniriam os oficiais e os subalternos, as famílias deles fariam uma confraternização regada a muita comida e vinhos para também comemorar o aniversário de um dos oficiais do Batalhão.

Chega enfim o grande dia, eles se dirigem ao local montados à cavalo, passam pelas ruas mais conhecidas da capital e o comandante impedia a qualquer um fazer discurso em sua homenagem. O percurso transcorre em clima de amizade e camaradagem até chegarem à Fábrica onde foram recebidos pelos encarregados na preparação da comida, especialmente por um velho soldado cuja característica física marcante era ser muito peludo.

Um dos subalternos pretendendo passar-se por comandante, dá inúmeras ordens ao soldado cabeludo, o qual reage com simplicidade pueril, acatando tudo sem discussão. O subalterno cujas iniciais são A. N. pretende ludibriar o peludo ordenando-lhe que fosse a um dos convidados e que este dissesse alguma besteira, ao que o peludo reagiu dizendo que ele mesmo podia dizer. Começou por uma “discurseira” sem nexo concluindo que o “dotô” A. N. o “imbromara” pois “num era capitão nem nada, cumo me disse o seu curuné F. R.”, motivo para gargalhadas de todos.

 

Fonte:
Madalena Machado (Recortes extraídos de contos publicados no jornal A cruz, por Severino Queirós)

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