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Cuiabá, Julho de 2019

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Almanaque Cuiabá

André Tripa

André Tripa

A narrativa “André Tripa” (1930), o autor retoma o tema do cangaço.

O narrador conta um episódio de sua vida quando tinha quinze anos e fizera uma viagem de trem entre Recife e Caruaru. Antes da viagem em si, temos considerações negativas a respeito da desordem e crimes provocados pelos cangaceiros.

O mais afamado à época, Antonio Silvino serve de exemplo para combater o que segundo ele era um mal que integrantes do governo e os menos informados faziam de conta não existir. No dia da viagem, o narrador conhece um homem que se senta ao seu lado e começa a lhe contar as valentias de um certo André Tripa, de como este cometeu façanhas conhecidas por todos a tal ponto de se tornar tema dos livros de cordel.

A viagem é interrompida na próxima estação onde, para surpresa do narrador, veio a polícia e deu ordem de prisão ao seu companheiro que, mais tarde veio a saber tratar-se do próprio André Tripa, um dos cangaceiros mais temidos de então.

 

Fonte:
Madalena Machado (Recortes extraídos de contos publicados no jornal A cruz, por Severino Queirós)

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