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Cuiabá, Maio de 2019

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Almanaque Cuiabá

A solidão

A solidão

A narrativa “A solidão” encerra considerações filosóficas sobre o ato de estar sozinho. J. Terra tece considerações a respeito dos efeitos que a solidão provoca nas almas sensíveis.

Às vulgares, ele considera que sentem repulsa por estarem sós. Seguindo Machado de Assis, o narrador considera que a solidão é a oficina do pensamento; em Poe ele pondera junto a O homem da solidão a torturada consciência humana que procura fugir dela; para Santo Ignácio o homem deve retirar uns momentos diários para se dedicar a estar sozinho, enfim, de sua própria opinião, o narrador reflete sobre a importância da solidão 96 Edição nº 010 - Julho 2011 nos tempos modernos em que o homem se agita de um lado para outro, se esquecendo do prazer de estar só.

Da contemplação de momentos únicos ofertados pela natureza e que muitas vezes passam despercebidos vem a comparação com o sacerdote e o marujo, aqueles que descobrem novas terras para nossos corpos e novos horizontes para nossas almas. Ao citar Zimmermann o narrador parece contradizer tudo que havia defendido até então, dando a impressão de prevalecer os inconvenientes da solidão, ainda mais quando exemplifica seu último pensamento citando a passagem bíblica em que Deus resolve criar uma companheira para o homem na intenção de que este não esteja só.

 

Fonte:
Madalena Machado (Recortes extraídos de contos publicados no jornal O Matto Grosso, por J. Terra/Cesário Prado)
 

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