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Cuiabá, Julho de 2019

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Almanaque Cuiabá

A besta apocalíptica

A besta apocalíptica

Com o conto “A besta apocalíptica” (1929) Severino Queirós trata de uma superstição comum na virada do século.

De cronologia fixa, os acontecimentos da noite de São João de 1899 servem de pano de fundo para a amostragem do quanto as pessoas ficam apreensivas com a mudança do século na expectativa do fim do mundo.

Naquela noite em especial, quando as pessoas simples daquele lugar se reuniram ao redor da fogueira, moças, rapazes, crianças, adultos e velhos se ocupavam nos festejos, surge a história de que ninguém veria o outro século por causa da vinda da besta de pontas. O que foi ainda mais acirrado pela predição de Nhoquim, depois por Gitirana, velhos respeitados naquele lugar.

Com a vinda do esperado 31 de dezembro, houve muita apreensão, principalmente das crianças que não queriam dormir. Acalmadas pelos pais e com o raiar do ano novo, tudo fica bem a não ser pelo sonho de Juquinha, o filho de Gitirana. Para o garoto, o sonho tinha sido tão real, a besta lhe aparecera de forma tão nítida que todos deveriam acreditar naquilo que vira, principalmente porque era sonho verdadeiro ordenado por seu pai. Motivo este para as gargalhadas de todos os presentes.

 

Fonte:
Madalena Machado (Recortes extraídos de contos publicados no jornal A cruz, por Severino Queirós)

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